quarta-feira, 24 de abril de 2013





 “Se você recusou sua rotina, deixou de fazer aquilo que mais gostava em nome de alguém, torrou seus bens, abandonou os amigos e os prazeres mais fundamentais, isso não é amor, é paixão. A paixão é uma fatalidade , o amor é uma escolha. A paixão é egoísta, o amor é generoso. A paixão é renúncia, o amor adapta. A paixão é confinamento, o amor é abrigo.
Fabrício Carpinejar.  
Essa morte constante das coisas é o que mais dói.
Caio Fernando Abreu.  
Quando começo a me acalmar, começo a tomar consciência dos riscos. Agora, tenho vontade de sorrir sem motivo e temo, o que poderia querer comigo? É pura insegurança, porém, conheço-me. Sei do meu desajeito e habilidade de estragar tudo. Então, é isso. To com medo, porque quanto mais procuro saber, pior eu fico. Tem mais em jogo do que pensava. Posso estar apenas dramatizando, mais uma vez. Porém, pode ser que não. Está bem. Não vou mais pensar. Nem escrever. Deixar pra lá

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Tenho certeza de que não estou sendo rude
Mas é apenas sua atitude
Está acabando comigo
Está arruinando tudo

Mas você vê? não sou eu,
Não é a minha família
Na sua cabeça, na sua
cabeça

Eu sou feito com meu coração sem graça
Portanto, esta noite eu vou cortá-lo e em seguida, reiniciar
Porque eu gosto de manter minhas questões forte
É sempre mais escuro antes do amanhecer

Eu, eu fui ao inferno

Eu do mesmo modo preciso

aprender com os meu erros